
Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o sócio do escritório, Carlos Barbosa, enfatizou que esse modelo de advocacia, caracterizado por sua massificação e pela ausência de atuação individualizada, contribui para a oneração e sobrecarga do Poder Judiciário, dificulta a análise detida de cada caso e prejudica a uniformização da jurisprudência. Além disso, retira espaço para a escuta dos consumidores que efetivamente sofrem violações legais relevantes, desviando recursos e energia institucional para ações com baixo ou nenhum grau de complexidade.
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